sábado, 6 de dezembro de 2008


Só um zumbido nos ouvidos,
Solidão...
Sem sentidos, escondida
no pranto, na escuridão...
No manto da noite.
E a lua prateada
Brilhando em lágrimas sobre a minha sorte.
Como brilham ao longe
As luzes das cidades,
Inalcançáveis...
Sentindo o dia a chegar,
Apagam-se inconsoláveis.
Tal como eu me apago hoje.
Sem despedida, hoje é o fim.
De tanta dor, estou ferida,
Doente...
Apenas da dor me despedi,
Eternamente...

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Andreea

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